Dívida Total
R$ 28 bi
Estimativa PGFN + Estados
Bloqueio Judicial
R$ 10,1 bi
SP R$ 8,9bi + PGFN R$ 1,2bi
Prejuízo Mensal
R$ 350 mi
Evasão tributária estimada
Operadores
190
Pessoas e empresas alvo
Agentes
621
MPSP, Receita, PC, PM, PGFN
Volume Petrobras
R$ 32 bi
Combustíveis (5 anos)
Lavagem
50+
Fundos fechados em camadas
Elo Russo
4 navios
180 mi litros retidos
Índice de Impacto na Ordem Tributária & Segurança Pública
BaixoMédioAltoCrítico
96 / 100
Intersecção inédita entre colarinho branco (sonegação de R$ 28bi) e crime organizado violento (PCC via Carbono Oculto). O esquema envolve violação de sanções internacionais (Rússia/OFAC), lavagem em offshores transnacionais e controle de 96% do diesel importado via Amapá.
Arquitetura da Fraude
O grupo opera uma estrutura de cinco camadas para blindar o lucro ilícito. Começa na importação fraudulenta (gasolina declarada como nafta), passa por formuladoras e distribuidoras laranjas, e termina em postos varejistas vinculados ao crime organizado (PCC). A lavagem final ocorre em offshores e fundos de investimento sofisticados.
Importação fraudulenta
Devedor contumaz
Sonegação ICMS
Refit (Manguinhos)
Transfer pricing
Elo Geopolítico (Rússia)
Em 2024, a Receita reteve 180 mi de litros de diesel russo. Ricardo Magro, residindo em Miami e portador de green card, estaria sujeito às sanções OFAC dos EUA. O grupo importava diesel pelo Amapá (corredor central) e triangulava pagamentos via Emirados Árabes e Nova York, com sobrepreço de Houston.
Diesel Russo Retido
Sanções OFAC
Extradição (Lula-Trump)
Houston Connection
Green Card Risk
Convergência Carbono Oculto
Investigações revelam que distribuidoras ligadas ao Grupo Refit forneciam combustível para a rede do PCC desarticulada na Operação Carbono Oculto. O uso de "fintechs banco-bolsão" e fundos fechados administrados pela REAG (liquidada pelo BC) é um padrão que conecta o devedor de colarinho branco à lavagem de dinheiro do crime.
PCC Combustíveis
Lavagem Carbono Oculto
Reag DTVM
Fintechs Banco-Bolsão
Postos PCC